
A Prefeitura do Rio de Janeiro avança com importantes projetos de mobilidade urbana em diferentes regiões da cidade, com foco na integração do transporte público, na ampliação da capacidade viária e na melhoria da circulação diária de milhares de pessoas. As intervenções em Irajá, na Zona Norte, e em Campo Grande, na Zona Oeste, fazem parte de um pacote estratégico de obras que impactam diretamente a rotina de quem se desloca entre a capital e a Baixada Fluminense.
Terminal Margaridas vai integrar a Baixada Fluminense ao BRT do Rio
Na Zona Norte do Rio, as obras do Terminal Margaridas, em Irajá, entram em fase avançada e prometem mudar a forma como passageiros da Baixada Fluminense acessam o sistema de transporte da capital. O novo terminal faz parte do projeto do BRT Metropolitano, criado para conectar ônibus intermunicipais ao BRT Carioca de forma mais rápida e organizada.
Com investimento superior a R$ 46 milhões, o terminal está sendo implantado em um ponto estratégico, na interseção da Rodovia Presidente Dutra com a Avenida Brasil, uma das áreas de maior fluxo de veículos e passageiros do estado.
Estrutura moderna e foco no conforto do passageiro
O Terminal Margaridas ocupará uma área superior a 63 mil metros quadrados e contará com uma estrutura ampla, moderna e funcional. O espaço foi planejado para oferecer conforto, segurança e fluidez no embarque e desembarque, incluindo:
- Plataformas organizadas
- Banheiros
- Áreas cobertas
- Sistemas de iluminação e sinalização
- Integração com diferentes modais
A expectativa é facilitar o deslocamento diário de milhares de trabalhadores que hoje enfrentam longas horas no trânsito para chegar ao Centro do Rio.
Redução no tempo de viagem e integração tarifária
Atualmente, cerca de 200 mil pessoas entram diariamente no Rio vindas da Baixada Fluminense por meio de dezenas de linhas intermunicipais, muitas delas pagando tarifas elevadas e enfrentando trajetos que podem ultrapassar quatro horas por dia.
Com a integração ao BRT Metropolitano, a previsão é reduzir significativamente esse tempo, permitindo que o passageiro chegue ao Centro da cidade em cerca de 20 a 30 minutos, além de possibilitar a conexão com outros modais, como ônibus municipais e o VLT, sem a necessidade de pagar uma nova passagem.
Municípios beneficiados pelo novo terminal

Na primeira etapa de funcionamento, o Terminal Margaridas beneficiará diretamente moradores de:
- Nova Iguaçu
- São João de Meriti
- Belford Roxo
- Nilópolis
- Mesquita
- Japeri
- Queimados
- Paracambi
A proposta é fortalecer a integração metropolitana e melhorar a mobilidade em toda a Região Metropolitana do Rio.
Obras entram na fase final em Irajá
Atualmente, os trabalhos no terminal estão concentrados na conclusão das edificações de acesso, ajustes nos galpões operacionais e finalização das plataformas de embarque. Também avançam:
- Construção da passarela de acesso
- Instalação de sistemas elétricos e de iluminação
- Urbanização do entorno
- Sinalização viária e paisagismo
Essas etapas são fundamentais para garantir segurança, acessibilidade e eficiência no funcionamento do terminal.
Campo Grande recebe o primeiro túnel de sua história

Na Zona Oeste, outro projeto de grande impacto avança para a reta final: o túnel sob o Morro Luís Bom, o primeiro já construído em Campo Grande. A obra faz parte do Anel Viário do Plano de Mobilidade do bairro, considerado um dos maiores conjuntos de intervenções viárias já realizados na região.
O túnel representa um marco histórico para o bairro mais populoso do Brasil e promete reorganizar o fluxo de veículos, reduzindo congestionamentos e criando novas alternativas de circulação.
Estrutura do túnel e nova ligação viária
O túnel contará com duas galerias, com extensões superiores a 500 metros, ligando a Estrada da Caroba à Estrada da Posse. A infraestrutura inclui:
- Duas pistas de rolamento amplas
- Ciclovia
- Sistemas de ventilação
- Monitoramento eletrônico
- Equipamentos de segurança e combate a incêndio
Pelo lado da Estrada da Posse, o acesso será feito por um novo viaduto, garantindo maior fluidez na conexão com a Avenida Brasil.
Sistemas internos e centro de controle
Neste momento, as equipes trabalham nos acabamentos finais e na instalação dos sistemas internos do túnel, como:
- Sistema elétrico
- Ventilação
- Detecção e combate a incêndio
- Centro de Controle e Operações (CCO)
O CCO será responsável pelo monitoramento em tempo real da via, aumentando a segurança e a eficiência do tráfego.
Plano de Mobilidade de Campo Grande já trouxe outras melhorias

Além do túnel, o Plano de Mobilidade de Campo Grande já entregou diversas intervenções importantes, como:
- Revitalização da Rua Artur Rios
- Requalificação da Estrada da Caroba
- Mergulhão sob a Avenida Cesário de Melo
- Nova alça viária da Estrada dos Sete Riachos
- Praças e melhorias urbanas
- Expansão da Estrada do Tingui até a Avenida Brasil
Outras obras seguem em andamento, reforçando o objetivo de dar mais fluidez, segurança e organização ao trânsito da região.
Impacto econômico das obras de mobilidade urbana no Rio de Janeiro
As obras de mobilidade urbana em Irajá e Campo Grande vão além da melhoria do trânsito. Elas movimentam a economia local, geram empregos diretos e indiretos e fortalecem setores como construção civil, transporte e serviços. Investimentos públicos desse porte criam um efeito em cadeia, estimulando fornecedores, comércio regional e arrecadação de impostos para o município e o estado.
Geração de empregos e fortalecimento da economia local
Durante a execução das obras, milhares de trabalhadores são contratados, desde operários até engenheiros e técnicos especializados. Além disso, comerciantes do entorno acabam beneficiados com o aumento da circulação de pessoas.
Redução do tempo de deslocamento e qualidade de vida da população
Um dos maiores impactos das intervenções em mobilidade urbana é a redução do tempo gasto no trajeto diário. Moradores da Baixada Fluminense e da Zona Oeste, que antes levavam horas para chegar ao Centro do Rio, passam a ter deslocamentos mais rápidos, previsíveis e confortáveis.
Menos tempo no trânsito, mais tempo com a família
Com trajetos mais curtos, os cidadãos ganham qualidade de vida, diminuem o estresse diário e têm mais tempo para lazer, estudos e convivência familiar.
Integração entre transporte público e desenvolvimento urbano
A integração entre diferentes modais, como BRT, ônibus municipais, intermunicipais e VLT, contribui para um planejamento urbano mais eficiente. Esses projetos incentivam o uso do transporte coletivo e reduzem a dependência do automóvel particular.
Mobilidade sustentável e redução de impactos ambientais
Com mais pessoas utilizando o transporte público, há redução na emissão de poluentes, menor congestionamento e uma cidade mais sustentável a médio e longo prazo.
Como essas obras se comparam a projetos de mobilidade em outras capitais
Grandes cidades brasileiras, como São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba, também investem em corredores exclusivos, terminais integrados e túneis urbanos. O diferencial do Rio está na integração metropolitana, ligando municípios da Baixada Fluminense diretamente ao coração da capital.
O Rio como referência em mobilidade metropolitana
Projetos como o BRT Metropolitano colocam o Rio de Janeiro em destaque nacional quando o assunto é integração regional de transportes.
Expectativas da população e próximos passos das obras
A população aguarda a conclusão das obras com expectativa positiva, especialmente moradores que dependem diariamente do transporte público. A entrega dessas intervenções representa um avanço significativo na infraestrutura urbana da cidade.
O que esperar após a conclusão das obras
Com os projetos finalizados, a tendência é de maior fluidez no trânsito, redução de gargalos históricos e melhoria na experiência de quem circula pela cidade diariamente.
Impacto direto na mobilidade e na qualidade de vida
As obras em Irajá e Campo Grande refletem uma estratégia de longo prazo para melhorar a mobilidade urbana no Rio de Janeiro. Ao integrar sistemas de transporte, ampliar vias e reduzir gargalos históricos, os projetos têm potencial para:
- Diminuir o tempo de deslocamento
- Reduzir congestionamentos
- Melhorar o acesso ao transporte público
- Aumentar a qualidade de vida da população
FAQ perguntas e respostas
É um terminal de integração que liga ônibus da Baixada Fluminense ao BRT do Rio.
Em Irajá, na interseção da Avenida Brasil com a Rodovia Presidente Dutra.
Nova Iguaçu, Belford Roxo, São João de Meriti, Nilópolis, Mesquita, Queimados, Japeri e Paracambi.
Ele melhora o fluxo viário, reduz congestionamentos e cria novas ligações entre vias importantes.
Sim, aumentam a integração, reduzem o tempo de viagem e melhoram a qualidade do deslocamento diário.
Conclusão
Os investimentos em mobilidade urbana realizados pela Prefeitura do Rio mostram um avanço significativo na integração entre a capital e a Região Metropolitana. Com o Terminal Margaridas e o novo túnel de Campo Grande, a cidade dá passos importantes para tornar o transporte mais eficiente, moderno e acessível, impactando positivamente a rotina de milhares de cariocas e moradores da Baixada Fluminense.
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